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Quem sou eu

Tudo que eu sofri em 26, 27 e 28 de Setembro de 2012

Pensei que fosse forte, me enganei.
Sorri o dia inteiro, a noite eu chorei.
Disse para mim mesma que não valia a pena. E não vale... Você fez não valer.
Mais uma vez foi tudo coisa de "em meu mundo"; eu acabei imaginando tudo.
Eu ainda penso em você, e você estava certo. Parabéns pela sua felicidade.
Eu cansei de ser a garota triste; mas por mais que eu negue tudo, mais eu me afundo em minhas tristezas.
Até quando tudo isso irá durar?

Minha cabeça funciona de um jeito estranho:
Quando eu gosto de alguém, eu tenho tendências a notar "certos olhares".
A enxergar o que somente EU vejo.
Cada dia eu caio em uma fantasia diferente; uma nova desilusão.
Então, no final das contas, eu estrago tudo.
Os olhares nunca foram meus; nunca para mim.
Aquele sentimento se quebra e nada mais faz sentido.
Eu choro por ter me enganado por tanto tempo, porque eu precisava disso.

E quando acontece de outra entrar em sua vida, eu não fico triste por ela estar lá.
Eu fico triste por ter aparecido depois de mim; por ela ter (com facilidade) conquistado, o que eu não fazia ideia de como fazê-lo.
Eu me chateio pelo fato de você ter pensado que quer estar com ela em todos os momentos; em ter dado a ela, algo que eu desejei.
Eu me magôo, por ainda pensar que mesmo assim as coisas não mudaram; que você ainda está muito perto.
Você não toma distância, não me deixa respirar.
Pode ser o simples fato de que você não tem opção; mas você poderia me fazer alguns favores:
- Quando me ver, me ignore. Finja que eu não estou ali. De que nunca nos falamos, podemos ser os estranhos perfeitos!
- Quando tivermos que pegar o mesmo ônibus, se eu estiver na parte da frente, entre e fique no fundo (vice versa).
- Quando eu estiver sentada no banco do ônibus, não fique em pé ao meu lado.
- E se eu estiver em pé, não fique em pé atrás de mim como se fizesse questão de estar ali.
- Não vire a cabeça para ver meu ônibus partindo, enquanto você fica.
- Não espere pelo ônibus no terminal ao meu lado. (Se sentindo [possivelmente] "incomodado" com o que você carrega nos dedos /
eu posso estar vendo demais, mais uma coisa de minha mente, mas foi isso que eu vi: você incomodado por estar ali).

Eu não vou deixar de notar você, de pensar em você, enquanto isso tudo não acabar; enquanto ainda tivermos de nos ver diariamente.
Eu me sinto péssima quando estou perto de você. Tudo por ter sido uma coisa em minha cabeça, e outra na tua.
Mas quando eu chego em casa, eu engulo seco.
Você não está mais em meu foco; pode estar no pensamento, mas é sua presença que me machuca. Então eu fico bem. Por um tempo.

Eu tive esperanças porque eu precisava de alguém; e essa pessoa era você.
Eu sempre preciso de alguém para gostar. Esse era você.
Quando eu não tenho um foco no horizonte, eu me sinto triste e sozinha.
Quando eu gasto as minhas energias gostando de alguém, é tolice, mas eu me sinto viva.

Agora eu me sinto oca.
Só há um vazio que você deixou.

Quanto tempo eu vou levar para encontrar outra resposta?
Eu não sei.
Eu já posso tê-la, mas nada como você foi.
Eu não posso negar isso.
Eu pisei tanto na bola, de chegar a pensar que não era minha culpa.
Eu preciso ser mais humilde e sincera para admitir que, foi minha culpa nada ou tudo ter acontecido.
E ter coragem para aceitar que o seu “perdão” foi de coração, e não somente para se livrar de mim.
Eu sei quem eu sou. Eu sei o que você deve ter passado; eu faço uma ideia.

Agora para eu me desprender, eu preciso ficar sozinha.
Afinal de contas você foi...

E agora eu vejo que eu nunca vali nada para você.
Se você me quisesse como eu te queria, você teria se esforçado.

Era sempre eu quem "corria" atrás.
Quem dava oi.
Quem ficava perto.
Quem tentava ter assunto.

Eu nunca vi você correndo atrás; tentando.
Eu fui um chiclete em sua vida?
Um tormento?
Um furacão?

Se sim, é porque eu te queria muito.
E eu precisei que você fosse mais do que você foi.
Eu precisava de um amigo que soubesse lidar comigo, com quem eu sou.
Eu precisava de um amor que me amasse, como eu queria amar.

Mais você não soube ser tudo isso; quem sabe, nem queria, ou nem ao menos tentou.
Mais uma vez "eu no meu mundo de ilusões".

Quando pareceu que eu te ignorava, eu te queria mais.
Quando pareceu que era o fim, eu desejava que fosse o começo.
Quando tudo acabou (por que você quis), eu desejei recomeçar.
Quando eu disse para me deixar em paz; eu queria que você grudasse em mim.

Eu queria que você só me dissesse oi; e que gostasse de ficar do meu lado, mesmo em silêncio.
Que o silêncio entre nós dois, não fosse tão constrangedor, como foi para mim.
Mas eu não controlo (e nem quero controlar) o que os outros (você) pensam.

Eu nunca soube quem você realmente era.
Quem você foi comigo?
Porque, sinceramente, não foi somente eu quem pareceu “estranha” nessa história.
Eu nunca "te vi" de verdade. Parecia que você conversava comigo por causa da implicância de nossos amigos.
Por isso (e mais algumas coisas) e quis distância.
Eu não queria tentar fazer parte da vida de alguém que não desejasse que eu estivesse ali.
Eu já sou muito indesejada, e ser (ainda mais) por você, eu não aguentaria mais desilusões.

Quem é você, afinal?
Quando seus amigos te perguntavam as coisas você falava uma coisa (típico de quem quer agradar uma "sociedade").
Quando eu te perguntava, eram outras respostas.
Que jogo você fez?

Eu cai nessa de dupla personalidade, ignorando-a. Porque eu sabia dos meus defeitos.
E se eu pareci muito confusa; não foi por ser duas caras, e sim porque eu tenho muitos lados que se ajudam e se complentam...
Nem que acabem passando por cima de mim.

Pode ser coisa da minha cabeça, mas eu vejo como seus amigos me olham. Eu queria que eles parassem com isso.
Entendo que todos nós precisamos falar. Eu também quero falar tudo, mas olho ao meu redor e nunca vejo ninguém a quem eu queira me abrir.
Escrever é o que eu gosto de fazer se não consigo falar.

Eu não consigo mais falar o seu nome.
Eu não aguento mais me ver, esperando pra te ver.

Eu te prometo parar com isso tudo.
Eu te prometo não mais pensar em você. (Vou me esforçar)!
Eu te prometo a partir de agora, nunca mais ter qualquer esperança.
Eu te prometo te deixar em paz.

Eu não sou muito religiosa, mas quando (na igreja) pediram nomes para, em oração, desejar o bem, o seu nome foi o primeiro a vir em minha cabeça.

Então, eu te desejo toda a felicidade que um dia desejei a mim.
Que tenha as coisas que eu quis para mim:
Eu desejo que você viva em paz e viva bem.
Que prospere na vida.
Que te façam feliz.
Que te amem e que ao mesmo tempo você ame também.
Que seja sincero com você mesmo.
Que não guarde nada indesejável.
Que tenha saúde e viva muito.
Que sua inocência viva sem passar por cima de você.
Que sua coragem só aumente.
Que o seu espírito viva puro. E que possa passar isso para a sua próxima geração.

Eu sei que eu não me enganei quando eu comecei a gostar de você.
Eu não me arrependo de ter notado você naquele ônibus.
Mas agora preciso te esquecer.
E, com tudo isso, eu aprendi a como ser mais forte e resistir a tudo (além da dor).
Por isso eu agradeço por você ter passado pela minha vida.
Foi pouco, rápido, intenso, mas você foi...

... Alguém para mim!

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