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Quem sou eu

"A ruína é a estrada pra transformação!"

Ilusão parte I
Depois de tudo, todo o tempo gasto, finalmente obtive a resposta que eu ânsiava ter. Não foi agradável, claro que não foi. Uma dor de perda atravessou o meu peito; uma dor de vazio. Minha cabeça entrou em choque. Tudo que eu desejei, durante muito tempo evaporou e virou lágrimas escorrendo pelo meu rosto sem conseguir conte-las.
A revolta tomou conta ao ler que de mim era desejada apenas a amizade. Como assim apenas a amizade, se nunca meu amigo você tentou ser um dia? E se tentou, que ideia de amizade passa por tua cabeça?
Eu disperdicei meu tempo e sentimento em uma ilusão que minha fértil imaginação proporcionou. Tola eu, acreditando novamente que as coisas poderiam dar certo.
Depois do choque, a iluminação veio em minha mente. Tudo que eu senti desapareceu, estranhamente, mas sim. E agora, quando te ver, sei que o peso sairá das minhas costas, vou conseguir seguir sem remorso. E a você desejarei somente coisas boas. Afinal de conta estarei pensando do ti com carinho.

Ilusão parte II
Aproveitando a tristeza e choque, por que não emendar a segunda parte na primeira?
É como se quisesse tirar um curativo com toda força, acreditando que o segundo, pela ocasião do primeiro ter doído tanto, não haveria maiores danos dessa vez.
Ou até que encontraria o conforto depois de tanta dor.
Mas machucou, abafou a primeira dor, aumentou o tamanho do vazio, ardeu como uma chama que recebe combustível.
Ele parecia doce e quieto. Se mostrou um monstro insensível, sem ser digno de pensamentos bons. A máscara caiu, a dor surgiu. Ainda maior, apareceu o arrependimento, não de ter sido sincera e me exposto, mas de ter me dedicado a tudo isso. Ter tentado cultivar algo que se transformou em erva daninha.

O problema não é eu não ser boa o suficiente, como venho me acusando ultimamente. O problema são eles. Aonde está eu não sei, mas eu não me culpo por nada, então só resta eles.
Eles não tiveram a capacidade de enxergar o que eu era, o que eu sou. Eles não foram maduros o suficiente para ver o que eu podia oferecer. Eles nunca tentaram ver. E eu cansei; tenho de seguir meu próprio conselho, e parar de tentar reviver o que já morreu. Chegou a hora de enterrar todos, mortos ou vivos.
Só rezo pra que apartir desse momento ao futuro não haja mudança de pensamento ou arrependimentos da parte deles, porque agora é tarde demais.
O ego está ferido demais e quando coloco um ponto final, meu orgulho não deixa eu voltar atrás!

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