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Quem sou eu

Nossa Hora do Adeus

Chegou nossa hora de partir.
É sempre triste dizer adeus, e saiba que eu estou arrasada por dentro. Eu não queria chegar nesse ponto; eu não queria desistir de você, eu não consigo.

A garota ferida, cheia de cicatrizes. A garota perdida, largada no canto da festa.
Você me fez assim: dependente. Agora me cure. Prove, por favor, que eu estava errada; que eu fiz mal julgamento de você. Me diga que ainda existe um pouco de mim dentro de você. Houve algum dia?

Eu estive embalando os seus dias, seus momentos?
Você nunca me diz nada. Como quer que eu saiba o que sente?

Já, eu, quero gritar!
Gritar a cada um que entra em minha vida; dizer: "Desculpa, eu ainda sou dele".
É triste, eu sei. Chega a ser lamentoso, mas eu não consigo te esquecer.

Saia do meu dia a dia. Saia da minha vida. Eu preciso de um descanso. Mas como fazê-lo se você sempre está aqui?

Quero olhar para trás sem lágrimas nos olhos, mas tenho sua foto na memória. Tenho o seu perfume afiado em meu nariz. Tenho o seu olhar em meu coração... Tenho você toda noite em meus sonhos. Sua voz em sussurro no meu ouvido.

Eu não posso simplesmente passar por você, e fingir que nunca te vi. Cada vez que faço isso, morro um pouco mais com o seu olhar desapontado.

Não me olhe. Me ignore. Mas me ame. Sempre me ame. Eu preciso do seu amor!

No meio do caminho...

Eu estou perdida. Não sei para onde vou, o que eu estou fazendo de minha vida...

Eu sei que estou fazendo tudo errado, mas não consigo mudar essa situação. Cada passo que eu dou para frente, volto para trás. Então como viver a vida? Será que nunca vou descobrir?

Em certos dias eu me sinto morta, e não há ninguém que me reanime. É como se eu estivesse em uma fila colossal e saísse dela para sentar no chão, observasse as pessoas que nela continuam. Eu me desligo da vida. Eu não faço mais parte dela. Vivo somente de telespectadora.

Não sei quanto ao meu redor, mas até eu mesma sinto meu olha distante as vezes, sinto quando eu me desligo e não consigo evitar; encaro o nada e tudo se transforma em um borrão.

Me pergunto o por quê de eu estar fazendo o que eu faço. Vivendo o dia a dia. É como se o que eu faço nunca é o suficiente. Tudo é em vão.

Eu falho com minha família, falho em minha religião, eu falho com o próximo, com meus amigos... Eu tento enganar a mim mesma; eu tento enganar a Deus, sabendo que nunca serei perdoada pelos meus pecados, e por fazer isso.

Não há ninguém do meu lado, todas as pessoas se perdem. Eu as afasto. Não que não sejam boas o suficiente para mim; sou eu que não sou o suficiente.

Eu não posso pensar em desistências, pensar me machuca. Eu não quero ser uma desistente, mas tem vezes na minha vida em que eu penso que a melhor opção é desistir de tudo. Dói menos quando não se faz nada; melhor do que fazer algo e não ter resultado algum. Posso colocar em minha cabeça que pelo menos eu tentei, mas nem isso me convence mais.

Mas eu não tenho coragem para isso. Até para desistir eu sou uma covarde. Não quero deixar o mundo para trás, mas não consigo viver nele!

Queimaduras do Sol

Me falaram para eu olhar para o horizonte, tenho olhado muito para o Sol, e estava ficando cega.

Olhei atentamente para o nada, afim de enxergar o horizonte. Até minha vista se acostumar no desapego ao Sol, fiquei no escuro; lá pude pensar, me avaliar. Lá eu vi a luz.

Aos poucos o horizonte apareceu; calmamente, timidamente. Claro que tenho medo de que meu mundo seja frio, mas meu coração continua batendo e eu terei alguém a me aquecer!

Você era meu Sol; você era a luz do meu dia que se transformou em trevas. Eu não queria te perder, mas, alguma vez eu o tive?

Olho a minha volta. As pessoas ao meu redor me perguntam se eu estou revoltada, o que eu posso dizer? Apenas um sim, para não falar a triste realidade de que estou conformada com mais uma perda.

Eu não queria desistir de você, mas já faz tanto tempo que eu estou sozinha, que não dá mais medo, só pesar!

Sim, a paixão!

Eu estou constantemente apaixonada; chega a ser exaustivo. Quando me perguntam, eu não nego. Eu estou; não dá para lutar contra tudo isso!

Acredito que estamos em constante paixão... Amor não, amor é profundo. Já a paixão, se não estivermos, nos perdemos no sentido da vida.

Mas o meu coração está sempre vazio. A paixão se entrega ao meu nada. Naturalmente, devo ter nascido com esse destino; sempre a mesma história. E quando há a oportunidade perfeita da mudança, da verdadeira entrega, há o recuo.

Essa é a minha solidão, é quem eu sou... Esse é meu ser!

Preencha-me com o seu querer!

Eu não tive tempo de me sentir sozinha... A minha confusão me fez compania!

O que foi aquilo tudo que aconteceu? Nem eu mesma entendi.
Já deveria estar acostumada com a minha vida, minha sorte; mas ela ainda me surpreende.

Sinto que você está sempre correndo de mim; se te assusto, fale logo para eu disperdiçar meu tempo com outro.

Não sei ao certo o que fazer, por que não me diz o que você quer que eu faça?
Tomar distância? Não se preocupe, irá me machucar, mas eu sou forte.
Quer que eu esteja ao seu redor, que te acalente? É só dizer. Há tanto carinho nesse coração vazio. Preencha-o com nosso querer!