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Quem sou eu

It's Okay... {Scream} (18/03/2012)

Parece até que eu enfrentei uma balada daquelas... Tô quebrada, meus braços doendo, minha garganta "rasgada" (acho que vou ficar rouca amanhã)!

Para começar, quando vimos o parquinho, "subiu" aquela emoção de criança!

Chegamos no parquinho às 20:00 p.m. e demos início a diversão justo na montanha russa! (dei Graças a Deus ao ver que tinha cinto de segurança)... Na primeira subida ("sem saber" o que tinha pela frente), eu comecei a rezar um Pai Nosso; o Junior (que eu fiz questão que fosse do meu lado NESSE brinquedo / dizia que estava cagando de medo de ir nesse, mas foi o mais tranquilo!), do meu lado, morria de rir do meu medo e das minhas orações... Nós fomos no banco da frente no carrinho (eu do lado esquerdo / para não "cair" nas voltas) e a primeira queda (a maior) todo mundo se esguelava. Nessa montanha russa (dizem que tem altura de um prédio de 4 andares, para mim, era mais de 2 andares) tinha 3 quedas.



Saindo de lá já rouca, fui com a Lummy (minha prima companheirinha) no Shake... Mas é Shake MESMO! Dá uma "misturada" legal... Saí de lá tontinha!
(SEM FOTO)
Para dar uma desacelerada, fui na roda gigante... (MEU DEUS!). Comparado com os dois brinquedos anteriores esse foi o pior! Sem nenhuma proteção, ALTO PRA C******! Mais uma vez com a minha companheirinha e com minha mamãe querida (as duas me xingavam e gritavam para eu não me mexer; não podia nem pegar meu celular no bolso)!



Teve "certas pessoas" que queriam que eu fosse no Kamikaze... Nem a pau! Eu não tenho medo (é seguro); mas eu sei da dor de cabeça que eu teria depois que eu saisse dele; ia estragar a minha noite!



Logo depois que o Junior e o Amaury sairam do Kamikaze, eu e o Amaury fomos no "Chapéu Mexicano" (do terminal Oeste eu vi ele funcionando e nós prometemos que iriamos juntos nesse...)
Foi legal, não dava medo; mas depois de sair deu uma mexida no estômago, uma tontura que parecia que eu tinha bebido 3 garrafas de cachaça... Começamos a passar mal, mas não deu nada, não... Nós saímos de lá trançando as pernas de tontos, e só de fora dá para ver o quanto ele gira alto!

(FOTO: Essa roda brilhante é o "Chapéu Mexicano")


Eu não fui no Viking (trauma de Julho de 2011)... Loga história; mas os demais foram!


Eu, o Amaury, a tia Floris e a Lummy repetimos a dose de ir na montanha russa. Eu inverti o papel (de como eu fui na 1ª vez) e fui no banco de trás, no lado direito com a Lummy... Foi pior do que ir de cara no primeiro banco; a cada queda, o bumbum saia do banco; sem contar que o cinto da minh tia abriu na primeira subida, mas apesar disso, foi tudo bem! A noite foi divertida!

Depois de irmos nos brinquedos, fomos comer. Eu comi um espetinho de carne divino... De sobremesa, churros de chocolate e espetinho de morango com cobertura de chocolate e granulado colorido; a única coisa da qual eu me arrependo é de não ter comido algodão doce!!!

QUERO ALGODÃO DOCE!!!

Até aonde você quer que eu chegue?

Foi de repente que eu te conheci, regando um sentimento de dúvida que eu ainda não sei o que é... Não acredito em amor a primeira vista, quando eu te olhei pela primeira vez havia algo que me fez querer te conhecer, você demonstrou que já sabia quem eu era e isso me intrigou... Talvez fosse esse o inicio dessa obsessão...

Você está, se querer, me fazedo escrava. Comecei a te notar, a querer saber quem você é.
Também comecei a te procurar sempre que pude (sempre que posso), nos lugares que eu sei que você vai estar lá.

Quando não te acho, sinto uma falta, você já faz parte da paisagem; não tê-lo lá é como uma noite sem Lua, fica tudo tão vazio, é triste.

Eu me apeguei tanto a você em tão pouco tempo, sabendo quase nada de você; tenho medo de como vai ser quando isso tudo acabar...

Já tive um gostinho, não foi bom. Meus dias foram misturados pelo gosto azedo e salgado... Queria poder te dizer que não quero te perder no meu dia a dia, mas nem isso posso dizer, você está nele como figurante quando estou querendo te dar o papel de personagem principal!

Eu realmente não sei como lidar com você. Fiz mais do que realmente faço; você pode achar que não é nada, mas para mim é a chegada no limite.

Eu sou assim: Fechada. Calada. Tímida. Reservada. Mas quando fico nervosa, tento esquecer dessas coisas... Eu não vou fazer o que realmente quero fazer; se fizer é confirmado o meu limite, o fundo do poço.

Então as coisas vão continuar as mesmas. Você sendo amigável e nada mais. Eu correndo atrás sem sucesso... A tristeza e angústia misturadas com a parte feliz do meu dia!

A queda... Estamos sempre em queda livre!

Você já teve aquela sensação de que estava caindo. Que seja segundos antes de dormir, e damos aquele clássico pulinho, como se tivessemos levado um choque.Ou quando levantamos muito rápido, de uma posição desconfortável, e sentimos aquela tontura, pensando que logo estaremos no chão.

A sensação de segundos antes de atingirmos o chão quando, de fato, tropeçamos e caímos... A vergonha, a dor.

Sempre estamos em queda.
Caímos de tristeza, caímos de amor, caímos derrotados, caímos de joelhos ao rezar, ao ganhar, ao chorar. Quando mergulhamos, estamos em uma queda, mergulhando no arrependimento, na alegria, na paixão nos afogamos...

Eu sinto que sempre estou em queda.
Quando saio de casa estou mergulhando em um novo dia, mesmo sendo de noite. Ao subir em um ônibus, estou caminhando para o desconhecido conhecido. Quando vejo meus amigos caio no vazio da companhia... Quando desço do ônibus e subo a rua de casa, estou no silêncio, a queda no vazio.

Somente nos sonhos, eu voo!

Você é a causa!

Você não ameniza a dor...
Você simplesmente não consegue. Você a provoca.

Já senti tudo ao extremo. Chorei de tristeza e desespero; cheguei ao limite. Sofrer tanto que parece que o coração vai parar.

Já senti ódio ao extremo, daquele que o sangue ferve e me faz corar, ranger os dentes; e que faz você sentir um calor de um dia de 35 graus. O que eu estou sentindo agora...

Está visível. As pessoas me olham com medo; elas sentem o ódio que sai de mim. Você me fez assim!

Eu não posso fazer tudo pelos dois, eu simplesmente me iludi. Achei que você me amava, mas era eu quem estava amando por nós dois. Eu não consigo mais! As coisas simplesmente não funcionam, nada dá certo. Já me acostumei a viver na miséria, e isso não é nem um pouco bom.

Nada irá mudar; então hoje eu vou embora, vou te deixar. E com sorte você não irá se sentir como eu me sinto agora...