Create your own banner at mybannermaker.com!
Copy this code to your website to display this banner!

Quem sou eu

O Espelho do Demônio

07.07.2011

Preciso tirar algo que está impregnado dentro de mim. Ódio.
Há vários tipos de ódio, não sei descrever tantos, mas o que eu estou sentindo sim.
Não aguento mais ser humilhada, e o pior é que não consigo ter forças para mudar a situação. Estou sem controle nenhum e não posso abrir minha boca para nada; pois sei que sou e o que eu "não" faço.

O ódio que eu estou sentindo é daquele tipo que cresce de um segundo e fica até depois mesmo que eu insista que ele se desfaça, ele continua.
Na cena a feição é alegre, e uma palavra errada de pessoa certa faz com que o meu rosto vire o espelho do demônio. O que brota no peito é uma pontada que segue em direção à cabeça. O pensamento vira o inferno, e a expressão engraçada que eu uso quando estou ficando nervosa (não me faça virar o Hulk), faz completo sentido.

O ódio chega a ser tão grande, e cresce rapidamente, que é como se meu corpo inflasse, e na minha mente começo a quebrar tudo ao meu redor; no externo tenho de fazer o impossível, controlar a face. Impossível. Todos ao meu redor já viram e sentiram o desconforto e medo do que o meu lado ruim pode provocar.

O choro fica nos dentes trincando, e só se manifestam no particular. E mesmo que tudo tenha passado, ele não cessa com facilidade. Me feriram...

É fácil culpar os outros por tais atos, mas isso, para aliviar a minha dor que o ódio provoca, eu não consigo fazer. Culpar quem chega, quem sai, não é a solução, pois lá no fundo eu sempre sei da verdade, sempre saberei. A culpa é tudo minha.

Como viver com isso? Não estou mais aguentando. Então chego a me perguntar: Será que um dia terei coragem de acabar com tudo, ou sempre minha covardia, meu medo, sempre irá dominar e chegar na frente?

Por que tudo não acaba de uma vez?!

Eu queria não existir...

OBS: Quantas vezes eu já não escrevi cartas de despedidas para aqueles que realmente importam? Hoje estão no lixo...
Quantas vezes eu já me machuquei por não querer sentir mais dor?
Muitas.
Até quando eu vou aguentar tudo isso? Qual será o meu limite? O que me prende? Por que, as vezes, as coisas erradas parecem as mais certas? Eu sou forte o suficiente para aguentar mais?
Não, só a aparência. Por dentro não resta mais nada. Tudo desmoronou a destroços!

0 Comentários:

Postar um comentário